12/12/2016

Limicolas

Já não conseguia fazer uma sessão de limícolas desde Setembro. Apesar da intenção em realizar estas sessões mensalmente durante o período de inverno, este ano a trabalhar de Segunda a Sexta-feira longe do estuário do Mondego, tal tem sido impossível.
Mas finalmente surgiu um fim de semana com marés favoráveis e bom tempo.
Como habitualmente sai de casa ao inicio da manhã e segui com o PBL e a VAM para a Murraceira, mas fizemos uma paragem antes no paúl do Taipal para ver o Anser fabalis que por lá anda.



Ganso visto, continuamos até ao destino final, onde mal chegamos fizemos contagem das limícolas que se encontravam pelo estuário, e escolhemos logo o local para montar todo o material.
De tarde juntaram-se a nós o PQT e o TMS e começa-mos a montar tudo.
A sessão em si, diria que correu ás mil maravilhas, sem vento nem frio e um numero muito razoável de bichos capturados. E para grande surpresa todos os presentes tiveram oportunidade de anilhar uma espécie nova pela primeira vez.

Os totais da sessão foram os seguintes:

Asio flammeus         1
Calidris alpina          75
Calidris canutus        1
Calidris minuta         1
Charadrius hiaticula 2
Numenius arquata    2
Tringa totanus          2







09/12/2016

Anatídeos, cervinus e corujas

Ontem, o PBL foi-me fazer uma visita a São Jacinto para ver como são as capturas de anatídeos que tenho vindo a fazer nas ultimas semanas.
Uma vez que ainda é uma grande volta até São Jacinto e sabendo que havia algumas espécies que ele gostava de anilhar na zona, combinamos de antemão tentar capturas algumas petinhas e nocturnas.
Se durante a manha apenas se capturam patos-reais e dos 2 Tachybatus que estavam numa das armadilhas. Após andarmos os dois praticamente uma hora a tentar tira-los da armadilhas, um fugiu e tivemos de nos contentar com 1 juvenil.
A meio da tarde, com o meu trabalho feito, fomos então as petinhas, onde conseguimos capturar mais um Anthus cervinus (3º do ano), e detectamos pelo menos mais 8 indivíduos. Ao por do sol, preparamos o material para as nocturnas. Após uma hora de espera apareceu um Asio flammeus, e pouco depois uma Tyto alba. Esta Tyto para mim tem todo o potencial para ser T.a. guttata e de acordo com a lista de características indicadas por French 2009 ( https://www.britishbirds.co.uk/wp-content/uploads/article_files/V102/V102_N09/V102_N9_14_23.pdf ), a única que me deixa alguma duvida será a cor das pontas das primarias. Por outro lado não será possivel saber qual a sub





espécie do bicho, uma vez que nem com genetica a T.a.alba se distingue da T.a.guttata (http://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/bij.12824/abstract)

05/12/2016

Mareca americana

Mareca america ou Anas americana foi uma espécie que vi hoje pela primeira vez. Infelizmente quando resto dos observadores que andavam na zona chegaram a lagoa, já não conseguimos relocalizar a ave.
Vamos ver se para uma próxima o bicho colabora mais...








03/12/2016

ARNHEM-VT

Mais uma sessão realizada em Vale Soeiro. Uma sessão realizada um pouco a medo por causa das fracas previsões meteorológicas. O vento que se fez sentir a partir da primeira ronda levou a que todas as aves excepto uma tivessem sido capturadas antes das 8h.
Uma sessão com poucas aves mas com uma agradável surpresa, Um pisco com anilhada holandesa :)

A lista de aves detectadas e capturados está aqui: http://ebird.org/ebird/portugal/view/checklist/S32833732


Erithacus rubecula