TkD
17/06/2020
01/02/2017
Charcos e Companhia
Desde 2014 que tenho feito com o PBL algumas sessões de demonstração para os sócios da Charcos e Companhia (http://www.charcoscompanhia.com/).
Desta vez o local escolhido foi mais uma vez os campos da Gafanha da Boa Hora.
A sessão começou cedo uma vez que queria aproveitar a deslocação ao local para tentar apanhar algumas rapinas nocturnas. Nas duas ultimas tentativas realizadas, não foi efectuada a captura de nenhuma coruja. Apesar das redes terem ficado abertas menos tempo que o habitual, foram capturadas 5 Tyto alba diferentes.
Durante o resto da sessão foi também capturado um numero considerável de aves. Os totais foram os seguintes:
Anthus pratensis 1
Cettia cetti 5
Cisticola juncidis 3
Cyanistes caeruleus 3
Emberiza schoeniclus 23 (das quais pelo menos 5 lusitanica)
Erithacus rubecula 4
Estrilda astrild 34
Euplectes afer 1
Passer domesticus 1
Saxicola torquata 1
Turdus merula 2
Turdus philomelus 1
Tyto alba 5
Mais fotos disponíveis no facebook da Charcos e Companhia (https://www.facebook.com/charcosecompanhia/?fref=ts).
Desta vez o local escolhido foi mais uma vez os campos da Gafanha da Boa Hora.
A sessão começou cedo uma vez que queria aproveitar a deslocação ao local para tentar apanhar algumas rapinas nocturnas. Nas duas ultimas tentativas realizadas, não foi efectuada a captura de nenhuma coruja. Apesar das redes terem ficado abertas menos tempo que o habitual, foram capturadas 5 Tyto alba diferentes.
Durante o resto da sessão foi também capturado um numero considerável de aves. Os totais foram os seguintes:
Anthus pratensis 1
Cettia cetti 5
Cisticola juncidis 3
Cyanistes caeruleus 3
Emberiza schoeniclus 23 (das quais pelo menos 5 lusitanica)
Erithacus rubecula 4
Estrilda astrild 34
Euplectes afer 1
Passer domesticus 1
Saxicola torquata 1
Turdus merula 2
Turdus philomelus 1
Tyto alba 5
Mais fotos disponíveis no facebook da Charcos e Companhia (https://www.facebook.com/charcosecompanhia/?fref=ts).
09/01/2017
Alfaiates ou Costureiros
Finalmente surgiu uma maré favorável ao fim de semana, de forma a poder realizar uma sessão de limícolas.
Foi uma sessão bastante calma, apenas com 20 aves anilhadas (e 2 recapturas) de 3 espécies. Todavia a captura de 2 Recurvirostra avosetta levou a que todos os presentes dessem o seu tempo como bem despendido.
P.S. - a ideia do titulo não é minha
Foi uma sessão bastante calma, apenas com 20 aves anilhadas (e 2 recapturas) de 3 espécies. Todavia a captura de 2 Recurvirostra avosetta levou a que todos os presentes dessem o seu tempo como bem despendido.
P.S. - a ideia do titulo não é minha
Siberiano
Tive recentemente o prazer de manusear mais uma espécie de origem siberiana, um Anthus richardi.
Uma ave magnifica, que já tinha observado por algumas ocasiões e mesmo a saber que é uma petinha grande, me surpreendeu pelas suas grandes dimensões. Na mão, devido ao seu tamanho, faz mais lembrar uma qualquer espécie de cotovia que uma propriamente uma petinha.
Ficam algumas fotos.
04/01/2017
Balanço anilhagem 2016
Mais um ano que passou e mais algumas aves marcadas de 94 espécies diferentes.
Das 3 espécies mais anilhadas (C. chloris, C. alpina e P. montanus), 2 delas foram devido ao elevado numero destes nas sessões realizadas em Salreu durante o período migratório.
Entre as aves anilhados é de salientar 3 A. cervinus, 3 A. flammeus, 1 Pandion, 1 P. nivalis e 1 P. inornatus. Foram capturados mais A. schoenabaenus (com um numero muito considerável de recapturas) que A. scirpaceus.
Apenas 13 O. leucura foram capturados este ano, para além do esforço feito para esta espécie ter sido menor que nos 2 anos anteriores, o tempo investido foi utilizado mais na exploração de locais potenciais para a ocorrência destes. O numero de A. paludicola foi também inferior ao ano passado, mas este ano foi possível fazer a recaptura de uma ave que permaneceu pelo menos 5 dias no nosso país.
| Especie | Anilhados | Controlos nacionais | Controlos estrangeiros | Total |
| Acrocephalus arundinaceus | 2 | 1 | 0 | 3 |
| Acrocephalus paludicola | 10 | 1 | 0 | 11 |
| Acrocephalus schoenobaenus | 128 | 37 | 3 | 168 |
| Acrocephalus scirpaceus | 124 | 18 | 0 | 142 |
| Actitis hypoleucos | 3 | 0 | 0 | 3 |
| Aegithalos caudatus | 17 | 13 | 0 | 30 |
| Alcedo atthis | 42 | 24 | 0 | 66 |
| Anthus cervinus | 3 | 0 | 0 | 3 |
| Anthus pratensis | 19 | 0 | 0 | 19 |
| Anthus trivialis | 2 | 0 | 0 | 2 |
| Arenaria interpres | 2 | 0 | 0 | 2 |
| Asio flammeus | 3 | 0 | 0 | 3 |
| Calidris alba | 1 | 0 | 0 | 1 |
| Calidris alpina | 252 | 2 | 1 | 255 |
| Calidris canutus | 1 | 0 | 0 | 1 |
| Calidris ferruginea | 13 | 0 | 0 | 13 |
| Calidris minuta | 5 | 0 | 0 | 5 |
| Caprimulgus europaeus | 3 | 0 | 0 | 3 |
| Caprimulgus ruficollis | 1 | 0 | 0 | 1 |
| Carduelis carduelis | 1 | 0 | 0 | 1 |
| Carduelis chloris | 290 | 2 | 0 | 292 |
| Cecropis daurica | 2 | 0 | 0 | 2 |
| Certhia brachydactyla | 4 | 3 | 0 | 7 |
| Cettia cetti | 5 | 0 | 0 | 5 |
| Charadrius alexandrinus | 3 | 0 | 0 | 3 |
| Charadrius hiaticula | 12 | 0 | 0 | 12 |
| Cisticola juncidis | 24 | 2 | 0 | 26 |
| Cyanistes caeruleus | 32 | 4 | 0 | 36 |
| Cygnus olor | 1 | 0 | 0 | 1 |
| Delichon urbica | 42 | 19 | 0 | 61 |
| Dendrocopos major | 1 | 0 | 0 | 1 |
| Emberiza calandra | 1 | 0 | 0 | 1 |
| Emberiza cirlus | 0 | 1 | 0 | 1 |
| Emberiza schoeniclus lusitanica | 1 | 0 | 0 | 1 |
| Erithacus rubecula | 145 | 81 | 1 | 227 |
| Estrilda astrild | 24 | 4 | 0 | 28 |
| Euplectes afer | 88 | 37 | 0 | 125 |
| Ficedula hypoleuca | 5 | 1 | 0 | 6 |
| Fringilla coelebs | 18 | 2 | 0 | 20 |
| Gallinula chloropus | 2 | 0 | 0 | 2 |
| Hippolais polyglotta | 14 | 0 | 0 | 14 |
| Hirundo rustica | 28 | 0 | 0 | 28 |
| Jynx torquilla | 1 | 0 | 0 | 1 |
| Lanius senator | 2 | 2 | 0 | 4 |
| Larus ridibundus | 1 | 0 | 0 | 1 |
| Leiothrix lutea | 3 | 0 | 0 | 3 |
| Limosa limosa | 6 | 0 | 0 | 6 |
| Locustella luscinioides | 47 | 10 | 0 | 57 |
| Locustella naevia | 15 | 0 | 0 | 15 |
| Lullula arborea | 3 | 0 | 0 | 3 |
| Luscinia megarhynchos | 3 | 0 | 0 | 3 |
| Luscinia svecica | 8 | 0 | 0 | 8 |
| Motacilla alba | 34 | 5 | 0 | 39 |
| Motacilla alba yarrellii | 5 | 0 | 0 | 5 |
| Motacilla flava | 2 | 0 | 0 | 2 |
| Muscicapa striata | 3 | 0 | 0 | 3 |
| Numenius arquata | 2 | 0 | 0 | 2 |
| Oenanthe leucura | 13 | 0 | 0 | 13 |
| Pandion haliaetus | 1 | 0 | 0 | 1 |
| Parus major | 22 | 12 | 0 | 34 |
| Passer domesticus | 81 | 1 | 0 | 82 |
| Passer hispaniolensis | 4 | 0 | 0 | 4 |
| Passer montanus | 225 | 5 | 0 | 230 |
| Periparus ater | 14 | 5 | 0 | 19 |
| Petronia petronia | 2 | 0 | 0 | 2 |
| Philomachus pugnax | 1 | 0 | 0 | 1 |
| Phoenicurus ochruros | 5 | 0 | 0 | 5 |
| Phylloscopus collybita | 23 | 0 | 0 | 23 |
| Phylloscopus ibericus | 3 | 0 | 0 | 3 |
| Phylloscopus inornatus | 1 | 0 | 0 | 1 |
| Phylloscopus trochilus | 62 | 0 | 0 | 62 |
| Plectrophenax nivalis | 1 | 0 | 0 | 1 |
| Prunella modularis | 2 | 0 | 0 | 2 |
| Pyrrhula pyrrhula | 1 | 0 | 0 | 1 |
| Rallus aquaticus | 1 | 0 | 0 | 1 |
| Regulus ignicapillus | 7 | 7 | 0 | 14 |
| Riparia riparia | 130 | 78 | 0 | 208 |
| Saxicola torquata | 2 | 0 | 0 | 2 |
| Serinus serinus | 5 | 0 | 0 | 5 |
| Sterna albifrons | 6 | 0 | 0 | 6 |
| Streptopelia decaocto | 1 | 0 | 0 | 1 |
| Sturnus unicolor | 1 | 0 | 0 | 1 |
| Sylvia atricapilla | 156 | 48 | 0 | 204 |
| Sylvia borin | 15 | 1 | 0 | 16 |
| Sylvia cantillans | 2 | 0 | 0 | 2 |
| Sylvia communis | 4 | 0 | 0 | 4 |
| Sylvia hortensis | 0 | 3 | 0 | 3 |
| Sylvia melanocephala | 20 | 11 | 0 | 31 |
| Tringa totanus | 29 | 0 | 0 | 29 |
| Troglodytes troglodytes | 5 | 1 | 0 | 6 |
| Turdus iliacus | 7 | 0 | 0 | 7 |
| Turdus merula | 66 | 21 | 0 | 87 |
| Turdus philomelos | 29 | 3 | 0 | 32 |
| Tyto alba | 12 | 0 | 0 | 12 |
| Upupa epops | 1 | 0 | 0 | 1 |
| Total | 2471 | 465 | 5 | 2939 |
12/12/2016
Limicolas
Já não conseguia fazer uma sessão de limícolas desde Setembro. Apesar da intenção em realizar estas sessões mensalmente durante o período de inverno, este ano a trabalhar de Segunda a Sexta-feira longe do estuário do Mondego, tal tem sido impossível.
Mas finalmente surgiu um fim de semana com marés favoráveis e bom tempo.
Como habitualmente sai de casa ao inicio da manhã e segui com o PBL e a VAM para a Murraceira, mas fizemos uma paragem antes no paúl do Taipal para ver o Anser fabalis que por lá anda.
Mas finalmente surgiu um fim de semana com marés favoráveis e bom tempo.
Como habitualmente sai de casa ao inicio da manhã e segui com o PBL e a VAM para a Murraceira, mas fizemos uma paragem antes no paúl do Taipal para ver o Anser fabalis que por lá anda.
Ganso visto, continuamos até ao destino final, onde mal chegamos fizemos contagem das limícolas que se encontravam pelo estuário, e escolhemos logo o local para montar todo o material.
De tarde juntaram-se a nós o PQT e o TMS e começa-mos a montar tudo.
A sessão em si, diria que correu ás mil maravilhas, sem vento nem frio e um numero muito razoável de bichos capturados. E para grande surpresa todos os presentes tiveram oportunidade de anilhar uma espécie nova pela primeira vez.
Os totais da sessão foram os seguintes:
Asio flammeus 1
Calidris alpina 75
Calidris canutus 1
Calidris minuta 1
Charadrius hiaticula 2
Numenius arquata 2
Tringa totanus 2
09/12/2016
Anatídeos, cervinus e corujas
Ontem, o PBL foi-me fazer uma visita a São Jacinto para ver como são as capturas de anatídeos que tenho vindo a fazer nas ultimas semanas.
Uma vez que ainda é uma grande volta até São Jacinto e sabendo que havia algumas espécies que ele gostava de anilhar na zona, combinamos de antemão tentar capturas algumas petinhas e nocturnas.
Se durante a manha apenas se capturam patos-reais e dos 2 Tachybatus que estavam numa das armadilhas. Após andarmos os dois praticamente uma hora a tentar tira-los da armadilhas, um fugiu e tivemos de nos contentar com 1 juvenil.
A meio da tarde, com o meu trabalho feito, fomos então as petinhas, onde conseguimos capturar mais um Anthus cervinus (3º do ano), e detectamos pelo menos mais 8 indivíduos. Ao por do sol, preparamos o material para as nocturnas. Após uma hora de espera apareceu um Asio flammeus, e pouco depois uma Tyto alba. Esta Tyto para mim tem todo o potencial para ser T.a. guttata e de acordo com a lista de características indicadas por French 2009 ( https://www.britishbirds.co.uk/wp-content/uploads/article_files/V102/V102_N09/V102_N9_14_23.pdf ), a única que me deixa alguma duvida será a cor das pontas das primarias. Por outro lado não será possivel saber qual a sub
espécie do bicho, uma vez que nem com genetica a T.a.alba se distingue da T.a.guttata (http://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/bij.12824/abstract)
Uma vez que ainda é uma grande volta até São Jacinto e sabendo que havia algumas espécies que ele gostava de anilhar na zona, combinamos de antemão tentar capturas algumas petinhas e nocturnas.
Se durante a manha apenas se capturam patos-reais e dos 2 Tachybatus que estavam numa das armadilhas. Após andarmos os dois praticamente uma hora a tentar tira-los da armadilhas, um fugiu e tivemos de nos contentar com 1 juvenil.
A meio da tarde, com o meu trabalho feito, fomos então as petinhas, onde conseguimos capturar mais um Anthus cervinus (3º do ano), e detectamos pelo menos mais 8 indivíduos. Ao por do sol, preparamos o material para as nocturnas. Após uma hora de espera apareceu um Asio flammeus, e pouco depois uma Tyto alba. Esta Tyto para mim tem todo o potencial para ser T.a. guttata e de acordo com a lista de características indicadas por French 2009 ( https://www.britishbirds.co.uk/wp-content/uploads/article_files/V102/V102_N09/V102_N9_14_23.pdf ), a única que me deixa alguma duvida será a cor das pontas das primarias. Por outro lado não será possivel saber qual a sub
espécie do bicho, uma vez que nem com genetica a T.a.alba se distingue da T.a.guttata (http://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/bij.12824/abstract)
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